Porque as pessoas mudam tanto?

Sexta-feira, 06 de Fevereiro de 2015

Questiono-me seguidamente sobre essa questão. Não que sofra de insônia ou mal estar ou a deixe interferir por completo no meu dia a dia, alterando as várias decisões ou escolhas que precisam ser tomadas. Foi Soren Kierkegaard, filósofo dinamarquês (1813-1855) que disse certa feita: “A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida, olhando-se para frente.” É justamente a essa parte da história - no caso a nossa história aqui compartilhada - a que me refiro em especial nesse parágrafo. Porque as pessoas que conhecemos ao longo de suas existências mudam tanto? E porque na maioria das vezes, mudam para pior?

Todos os dias somos levados a fazer escolhas. Todos os dias nos deparamos com caminhos estreitos, com armadilhas, com situações inusitadas, com problemas complexos, com desgostos e desapontamentos. Mas seguimos em frente, não porque somos forçados a fazê-lo, mas porque escolhemos não esmorecer, não desanimar, não desistir, não jogar tudo para o alto, seduzindo-nos com a propaganda mágica das soluções fáceis num piscar de olhos, das traquinagens, dos conchavos, das trocas de favores na calada da noite ou na esquina da praça a céu aberto! Seguimos em frente porque acreditamos no dia de amanhã, no sol depois da chuva, na calmaria depois da tempestade, na possibilidade de crescer, compartilhando com o próximo nossas experiências e delas nos valendo para não cometer novamente os mesmos erros.

Todos os dias somos levados a fazer escolhas. Difíceis, mas não impossíveis. “Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente.” Tal nos disse há muitos anos atrás, o maravilhoso escritor Érico Veríssimo (1905-1975). E ser útil além de doar-se, é saber ouvir e calar na medida certa. É entender que nem todos pensam e agem iguais a nós. Nem todos vem o mundo da mesma forma que nós. Então volto a me questionar porque as pessoas não aprendem com seus erros? Porque não buscam honrar seus compromissos? (A palavra proferida. As promessas de amor ou amizade.) Porque mudam tanto e porque mudam para pior, destruindo tanto a si mesmas quanto aos outros que estão ao seu redor?

Albert Einstein (1879-1955) afirmou uma vez: “Existem apenas duas maneiras de ver a vida. Uma é pensar que não existem milagres e a outra, é pensar que tudo é um milagre.” Quando faço minhas orações, agradecendo a Deus por mais um dia que se encerra e todas as possibilidades que me foram presenteadas de fazer algo melhor penso que tudo é um milagre. Não importa se estou radiante de felicidade ou deveras aborrecida. Simplesmente agradeço e peço orientação para continuar. Parece simples e simplesmente o é. Porque tenho Fé e ela me fortalece a cada dia mais e mais. E você?

Aprenda a perdoar. Não alimente o ódio. Não perca tempo com gente fútil ou inútil. Diga não quando realmente não pode ou não quer fazer algo que irá contra seus princípios. Seja bacana, nem banana, nem sacana. Bacana! E considere a possibilidade de conviver com psicopatas disfarçados “de gente boa” quando você menos imagina.

E para finalizar eu lhes diria que se (e quando) existirem situações e pessoas que lhe tiram do sério, siga o Provérbio Basco que diz: “Viver bem, sempre é a melhor vingança.” E faça de conta que você é invencível, indestrutível, insubstituível, incrível... mas cuide-se, mantendo sua Fé inabalada se realmente quiser chegar ao topo da montanha inteiro, tri (legal) e (tri) feliz!

As opiniões, conceitos e pareceres do autor não refletem necessariamente a linha editorial do NorteRS.

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Categoria: Opinião

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