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Mudanças bruscas de temperatura afetam os pequenos

Os últimos meses tem sido de oscilações de temperatura no Rio Grande do Sul. Há quem diga que passamos pelas quatro estações...

Data da Publicação da Notícia : 27/08/2019 - 11:29

 
Foto Notícia Geral
Foto: Pneumologista Pediátrica Rita De Cássia Do Rosário Nunes

Os últimos meses tem sido de oscilações de temperatura no Rio Grande do Sul. Há quem diga que passamos pelas quatro estações em um único dia. Mas, além de ficarmos no “coloca casaco, tira casaco”, a mudança brusca de temperatura traz problemas para a saúde respiratória. As mais afetadas com isso, são as crianças que, mais vulneráveis, precisam de atenção redobrada quando o tempo muda.

Conforme a Pneumologista Pediátrica Rita De Cássia Do Rosário Nunes, o nosso organismo possui mecanismos de adaptação às mudanças de temperatura, como arrepiar-se para manter o ar quente próximo ao corpo ou ainda produzir contraturas musculares geradoras de calor, os chamados calafrios, no entanto, esta capacidade adaptativa não é capaz de suplantar mudanças muito grandes em curtos espaços de tempo. “Além disso, crianças naturalmente possuem uma adaptação reduzida às mudanças de temperatura, e quanto menor a idade da criança, menor ainda ela é a capacidade de adaptar-se, por isso, costumam ser as mais afetadas por estas oscilações climáticas”, explica a especialista, pontuando que dentre os principais efeitos estão o aumento da susceptibilidade às infecções, sejam virais ou bacterianas, e também o desencadeamento de crises alérgicas.

Para evitar problemas mais graves em função da mudança do clima, Rita orienta que todas as crianças, independentemente de ter algum problema respiratório ou não devem;

Agasalhar-se adequadamente: o stress causado pelo frio aumenta a produção de cortisol, que reduz a secreção de anticorpos no muco que recobre a árvore respiratória. A regra é usar uma camada de roupas a mais que os adultos, além de agasalhar bem as extremidades, particularmente a cabeça, que na criança representa a maior área de superfície corporal e, portanto, a região que mais perde calor;

Evitar exercícios ao ar livre em temperaturas muito baixas: a respiração rápida reduz a temperatura no interior das vias aéreas, facilitando a sobrevivência de determinados vírus, como o do resfriado comum;

Manter-se bem hidratadas: o ar frio causa ressecamento da mucosa das vias aéreas, facilitando a liberação substâncias inflamatórias;

Manter o nariz desobstruído: Isso evita a respiração pela boca, a qual impossibilita o aquecimento, filtragem e umidificação do ar inspirado (principais funções do nariz). Além disso, a obstrução nasal dificulta a eliminação das secreções do ouvido e seios da face, facilitando infecções bacterianas nestes locais;

Evitar exposição à poluição: principalmente a intra-domiciliar como, fumaça de cigarro ou produtos da queima de madeira, pois estes prejudicam o movimento dos cílios (pequenas “vassourinhas” que realizam a limpeza das vias aéreas).

Para as crianças que já sofrem com algum problema respiratório crônico, além desses cuidados os pais precisam redobrar a atenção. “Em caso de alergias, asma e renite, deve-se fazer uso da medicação mais indicada para cada caso e este tratamento deve ser individualizado. Já nas doenças infecciosas é fundamental realizar as vacinas indicadas para a faixa etária, conforme o calendário vacinal do Ministério da Saúde, evitar aglomerações ou quando não for possível evitar, manter o ambiente bem ventilado”.

Atenção aos sinais de alerta

A Pneumo Pediatra lembra aos pais sobre a importância de ficar alerta aos sinais de doenças respiratórias. Um deles é a respiração acelerada, que pode indicar asma ou pneumonia. Mas esta respiração ofegante deve ser observada em períodos de temperatura normal, ou seja, deve-se baixar a febre antes de observar a respiração. “A febre é um sinal de alerta para a presença de infecções, se esta for persistente ou se a criança permanecer abatida mesmo após a redução da temperatura, é importante que um médico avalie a criança”, aconselha Rita, evidenciando outros sinais a serem observados “A presença de palidez ou cianose (coloração azulada da pele) principalmente ao redor da boca e nas mãos e pés, podem indicar uma oxigenação inadequada do sangue ou uma queda exagerada na temperatura da criança, a qual deve ser aquecida e na persistência do sintoma, deve-se procurar atendimento imediato. Se a criança estiver confusa ou muito sonolenta, também podem ser sinais tanto de queda da oxigenação quanto de baixa temperatura”.


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TAGS:
CATEGORIA: Saúde e Bem Estar
Fonte: Rita Pneumo
Colunista:Perfil NorteRS
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