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Uma doença, quatro histórias: conheça quatro barrafundenses que venceram o câncer de mama

Outubro é o mês de conscientizar as pessoas sobre a prevenção ao câncer de mama

Barra Funda

Data da Publicação da Notícia : 26/10/2018 - 09:40

 
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Outubro é o mês de conscientizar as pessoas sobre a prevenção ao câncer de mama. São realizadas inúmeras campanhas, com foco principal nas mulheres. E não é por menos, esse é o segundo tipo de câncer mais comum entre o público feminino, ficando para trás apenas do câncer de pele não melanoma.

Para encerrar o mês, o LEO Clube Barra Funda, contatou quatro mulheres que venceram esta luta, são elas: Carmen Magro, Joira Fátima Tomasi, Marcia Balista Nascimento e Zilda Maria Zandoná Castoldi. A proposta dessa campanha foi de que as barrafundenses contassem um pouco sobre a sua vida, aprendizados da doença e até deixassem uma mensagem para quem está lutando contra a doença.

É diante de histórias de luta como essas que provocam a reflexão sobre o quanto lutar pela vida é importante e, acima de tudo, o quanto é preciso zelar pela saúde diariamente, os exames podem mudar o seu destino.

Confira as histórias:

Carmen Gentilini Magro

Idade atual: 75 anos

Com que idade descobriu o câncer? 47 anos

Como descobriu? Porque tinha dor no braço e percebi um caroço na mama

Qual foi a maior dificuldade nesse período? O tratamento era feito na capital e naquela época tinha que ser tudo particular, o fator financeiro dificultou bastante.

Se você pudesse dar um conselho para alguém que descobriu há pouco o câncer de mama, qual seria? Que procure um médico, não deixe se fazer o tratamento, pois mesmo com a dificuldade financeira que tinha a anos atrás, consegui me curar do câncer. Pois fui em busca de tratamento, fiz a cirurgia e hoje vivo sem câncer, venci o câncer com coragem e determinação.

Joira Fátima Tomasi

Idade atual: 45 anos

Com que idade descobriu o câncer? 44 anos

Quanto tempo de tratamento? O tratamento teve a duração de 1 ano e 2 meses

Como descobriu? Descobri o câncer, fazendo a ecografia

Qual foi a maior dificuldade nesse período? O tratamento, em especial o as sessões de quimioterapia

O que ou quem mais te deu força para encarar a doença? Em primeiro lugar quem me deu mais força foi minha família, que estiveram do meu lado e me apoiaram nessa luta.

Márcia Balista Nascimento

Idade atual: 47 anos

Com que idade descobriu o câncer? 43 anos

Quanto tempo de tratamento? Foram 4 anos de tratamento

Como descobriu? Descobri o nódulo pelo autoexame de mama

Qual foi a maior dificuldade nesse período? Acredito que tenha sido o tratamento, principalmente a quimioterapia e as reações que tive.

O que mudou na sua vida após descobrir a doença? Muita coisa, a importância e a valorização da vida, que cada dia é único e tem seu valor

Zilda Maria Zandoná Castoldi

Idade atual: 64 anos

Com que idade descobriu o câncer? Eu estava com 50 anos de idade quando foi diagnosticado a presença de microcalcificações malignas na mama esquerda

Quanto tempo durou o tratamento? Foram 5 anos de tratamentos (cirurgias, radioterapia) desde o diagnóstico até o mėdico constar que poderia ter alta do tratamento específico do câncer. Ainda hoje continuo fazendo acompanhamento com exames de rotina e visitas ao oncologista.

Qual foi a maior dificuldade nesse período? A maior dificuldade foi entender e aceitar que eu estava com câncer, porque quando se fala em câncer a primeira ideia que passa pela cabeça é a morte. Ainda mais naquele tempo em que a medicina, a respeito do câncer, não era tão evoluída como hoje. Isso abala a estrutura física, emocional e psicológica da pessoa. O apoia da família e amigos é importante para fortalecer a fé e aumentar a auto estima.

Se você pudesse dar um conselho para alguém que descobriu há pouco o câncer de mama, qual seria? Dá um desespero... Foram muitas e muitas lágrima derramadas escondidas, procurando não deixar transparecer a tristeza para toda a família. Mas em meio a tantas inquietações não perdi a fé e a força de lutar. Iniciava a corrida em busca de uma conquista de cura, de vida. A luta começava e havia duas possibilidades: vencer ou vencer. E eu venci...já se passaram 14 anos e não tive recidiva.

Sou feliz e vivo plenamente minha vida, sou uma das mulheres que muito tem a agradecer pela vida. Hoje posso dizer com toda a confiança que é possível vencer. É preciso encarar, sem se deixar abater. Ter acompanhamento médico, força interior e alimentar o instinto de sobrevivência.

Quando se passa por algo assim a vida ganha outra dimensão. Enfrentar uma doença como o câncer, nos torna mais humano, mais tolerante e sensível com nossos semelhantes. Sou uma vencedora.

Obrigada pela oportunidade de compartilhar um pouco de minha vivência.

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TAGS:
CATEGORIA: Saúde e Bem Estar
Fonte: Assessoria de imprensa - Barra Funda
Colunista:

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